Minas Gerais confirmou três casos de Mpox nos dois primeiros meses de 2026. Os diagnósticos envolvem homens com idades entre 35 e 45 anos, sendo dois moradores de Belo Horizonte e um de Contagem, na Região Metropolitana. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), todos os pacientes evoluíram bem e já estão curados, porém autoridades mantêm vigilância.

A doença, que anteriormente era conhecida como monkeypox, também teve registros recentes em outros estados brasileiros. Dados do Ministério da Saúde apontam que o país contabiliza 48 casos neste início de ano, com maior concentração no estado de São Paulo.  Mesmo com o número de confirmações abaixo do que foi observado em períodos anteriores, o tema voltou ao debate após a identificação de uma nova variante do vírus no exterior. A circulação internacional e a realização de grandes eventos populares, como o Carnaval — que atrai turistas de diversas partes do mundo — levantam questionamentos sobre o risco de novos surtos.

Até o momento, a Organização Mundial da Saúde não anunciou mudanças nas recomendações de vigilância, prevenção ou na classificação de gravidade da Mpox. A orientação permanece a mesma: manter monitoramento constante, fortalecer a notificação de casos suspeitos e garantir diagnóstico laboratorial rápido para evitar a disseminação.

Especialistas reforçam que a informação correta e a atenção aos sintomas são fundamentais. Embora o cenário atual não indique situação de emergência, a vigilância ativa segue como principal ferramenta para impedir a expansão da doença.