O Carnaval é uma forma de educação não formal que transmite saberes ancestrais por meio da música, das narrativas presentes nos enredos e das diversas manifestações artísticas que compõem essa festa popular.

Com a proximidade da data, indicamos como fonte a escritora infantil Paula Furtado, especialista em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia (Facon-SP), Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia, com formação pelo Instituto Sedes Sapientiae e PUC-SP. A profissional aborda reflexões, que podem ser exploradas tanto pelas famílias quanto pelos educadores, que contribuem para ensinar às crianças sobre cultura, identidade, diversidade, convivência social e expressão criativa de maneira lúdica e significativa.

Entre os assuntos que podem ser discutidos, estão:

  • Atividades práticas que favorecem a aprendizagem e a inclusão das crianças sobre o Carnaval.
  • O significado dos símbolos e elementos visuais presentes no Carnaval.
    Como as tradições culturais brasileiras promovem o sentimento de pertencimento nas crianças.
  • A importância de pais e educadores mediarem momentos de leitura para abordar o tema de forma lúdica e educativa – assim como indicações de livros.
  • Sustentabilidade: como ensinar o consumo consciente por meio de fantasias e brincadeiras feitas com materiais reaproveitados, confetes e decorações biodegradáveis entre outros recursos.
  • Carnaval sem telas: como a folia pode ajudar a reconectar as crianças ao brincar presencial (cores, sons, movimento, contato humano e brincadeiras saudáveis).
  • O direito de brincar: como o Carnaval pode fortalecer a inclusão de crianças com deficiência e neurodiversidade.